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Custos do SAMU continuam a ser compartilhados com Santa Adélia e cidades da região PDF Imprimir E-mail
Qui, 07 de Março de 2019 18:20

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Patrícia Cavalini

Santa Adélia continua inserida no Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Região de Catanduva (Consirc), que tem como objetivo compartilhar os custos pelo funcionamento e operação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (SAMU).

Desde o ano passado, o consórcio está em vigor e divide os valores da manutenção das Unidades de Suporte Avançado (USA), Central de Regulação de Urgência e Centro Administrativo do SAMU, entre os municípios. O valor foi calculado de acordo com a população de cada cidade.

Para Santa Adélia, em relação a última parcela de 2018, para as duas primeiras de 2019, o valor aumentou cerca de 40%. Este ano, cada parcela foi de R$ 19.868,60.

“É um aumento de custos para o município, mas não podemos deixar de participar do rateio para a utilização do SAMU. Sabemos que este é um importante serviço para a população e que é necessário quando os casos são graves e precisam ser levados para hospitais de Catanduva”, disse o prefeito Guilherme Colombo da Silva.

O prefeito salienta que sem a participação nesse consórcio, os pacientes não podem ser atendidos em Catanduva. “Para entrar no Pronto Socorro, por exemplo, tem que ser através do SAMU, ou com um número dado pela Central de Regulação. De outro jeito, não é atendido. Por isso, temos que participar do consórcio, para que a população possa ser atendida nas emergências e urgências”.

“O SAMU conta com três viaturas de suporte básico e uma de suporte avançado, além da Central de Regulação para atender os 19 municípios. Com o trabalho de maneira regionalizada e conjunta, a previsão é de que a estrutura seja melhorada. O objetivo do Consirc é que sejam incorporados novos veículos destinados ao serviço”, afirmaram os responsáveis pelo Consócio.

“Como várias cidades da região, Santa Adélia não têm condições de manter uma estrutura como a do SAMU, mas nos preocupamos em oferecer serviço de saúde de qualidade para todos. Diante desse quadro, mesmo que os recursos sejam escassos e passamos por uma crise, não podemos deixar de aderir e oferecer esse serviço à população”, finalizou o prefeito.