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Missa e procissão celebram o dia de Santa Rita de Cássia PDF Imprimir E-mail
Seg, 27 de Maio de 2019 14:58

Santa Rita 1

Padre José Carlos abençoou as rosas e falou sobre o exemplo de fé e perseverança que foi Santa Rita 

 

Patrícia Cavalini

Centenas de fiéis estiveram na Igreja Matriz de Santa Adélia na última quarta-feira, dia 22 de maio, para participar da missa e procissão que comemoraram o dia de Santa Rita de Cássia. A celebração foi presidida pelo padre José Carlos.

Durante a missa, todos os presentes receberam as rosas vermelhas, um dos símbolos mais marcantes de Santa Rita, e que foram doadas por pessoas da comunidade e pelo Fundo Social de Solidariedade. As rosas simbolizam uma roseira que a santa plantou no convento e que teria florescido apesar do rigoroso inverno local, além de significarem a intercessão de Santa Rita pela conversão dos pecadores e a bondade de seu coração. A celebração também teve a participação das Capelinhas de Santa Rita, que visitam as casas dos santa-adelienses todos os meses.

Logo após a missa, os fiéis saíram em procissão pelas ruas da cidade e em cada parada, uma parte da vida de Santa Rita era contada, além de falar sobre seu exemplo de fé e perseverança.

A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Jucieli Costa, agradece imensamente ao padre José Carlos e toda equipe de celebração; a todas as pessoas devotas de Santa Rita que, mais um ano, colaboraram com as doações de rosas; toda a equipe do Social pelo empenho na organização; e as zeladoras das capelinhas de Santa Rita.

Santa Rita

Santa Rita nasceu no século XIV, na região de Cássia, na Itália. Margarida (seu nome de batismo) desde muito cedo mostrava que tinha uma vida consagrada a Deus. Foi casada com um homem muito cruel e mãe de dois filhos, mas todos morreram e tornou-se, aos 40 anos, religiosa do Convento de Santa Maria Madalena.

Inúmeros foram os ocorridos que fizeram desta Santa uma das mais miraculosas em vida. Teve um espinho destacado da coroa de uma imagem de Cristo penetrado em sua testa, cumprindo assim um pedido seu de sentir as dores de Jesus Cristo em expiação pelos pecados do mundo. Ficou 15 anos reclusa em uma cela, pois sua ferida era repelente e fétida para todos que dela se aproximavam.

Assim, ela permaneceu por anos, até adoecer. Num dos episódios mais marcantes, ela pediu, em pleno inverno e acamada, que buscassem uma rosa e figos maduros de seu antigo jardim, algo impossível para um local onde a neve se fazia rigorosa. Mas a flor e os frutos tão desejados lá estavam. Conta-se que na hora de sua morte, os sinos do convento tocaram misteriosamente. Ao encontrarem o corpo de Rita, as irmãs perceberam que dele exalava um perfume de rosas, sua ferida estava curada e de seu rosto desprendia um sorriso indescritível.

 

Santa Rita 2

Rosas, símbolo maior de Santa Rita de Cássia, foram distribuídas aos fiéis que foram acompanhar a celebração

 

Santa Rita 3

Após a missa, houve procissão pelas ruas da cidade para finalizar as comemorações a Santa Rita

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