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Prefeito Guilherme participa de reunião do Consirc PDF Imprimir E-mail
Qui, 11 de Março de 2021 16:17

 

Consirc

Patrícia Cavalini

No dia 27 de fevereiro, o Consirc (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região de Catanduva) que integra 19 municípios, realizou uma reunião para apresentação da sua linha operacional e das atividades realizadas no período de 2017 a 2020, bem como projetos para os próximos anos.

O prefeito Guilherme Colombo da Silva esteve presente, além dos prefeitos de Catanduva, Padre Osvaldo, de Elisiário, Cássio Bertelli, Embaúba, Nercílio Pinheiro da Silva, de Ariranha, Joamir Barboza e de Marapoama, Marcio Perpetuo Augusto. A secretária de Saúde de Catanduva, Cláudia Monteiro Ferrazzi Ferreira, acompanhou a reunião realizada no Teatro Municipal “Aniz Pachá”.

O Consirc foi implantado em 2017 e é responsável por controlar todas as etapas do atendimento do SAMU, desde o recebimento de ligações, pelo 192/Central de Regulação, até o acionamento de ambulâncias, atendimento ao paciente e fechamento da ocorrência.

A reunião apresentou a forma de controle das atividades administrativas, o relatório das ações desenvolvidas e a divisão dos custos, que está previsto na Constituição Federal. Como Catanduva é a maior cidade da região, ela detém 50% dos gastos com o SAMU. O restante é dividido entre os demais municípios. O consórcio aguarda a liberação do Ministério da Saúde para o suporte básico de vida, que poderá auxiliar de forma mais eficaz em atendimentos de urgência em Catanduva e região.

Na ocasião foi feita a eleição para a nova gestão do Consirc. Cássio Bertelli será o presidente do consórcio e Padre Osvaldo o vice-presidente. O encontro também trouxe como tema a abertura de crédito especial para auxiliar nos serviços regionais.

Santa Adélia – Só em 2020, a Prefeitura repassou R$ 207 mil para a utilização do SAMU pelo Consirc. O prefeito salienta que sem a participação nesse consórcio, os pacientes não podem ser atendidos em Catanduva. “Para entrar no Pronto Socorro, por exemplo, tem que ser através do SAMU, ou com um número dado pela Central de Regulação. De outro jeito, não é atendido. Por isso, temos que participar do consórcio, para que a população possa ser atendida nas emergências e urgências”.

“Como várias cidades da região, Santa Adélia não têm condições de manter uma estrutura como a do SAMU, mas nos preocupamos em oferecer serviço de saúde de qualidade para todos. Diante desse quadro, mesmo que os recursos sejam escassos e passamos por uma crise, não podemos deixar de aderir e oferecer esse serviço à população”, finalizou o prefeito.