Saúde quase dobra o número de pacientes transportados para tratamento médico PDF Imprimir E-mail
Sex, 06 de Janeiro de 2012 17:44

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Em 2010 a Prefeitura de Santa Adélia, através da Secretaria Municipal de Saúde, transportou 24.625 pacientes que foram em busca de atendimento médico e realização de exames ou cirurgias em outras cidades.
O número é 95,51% maior do que o registrado em 2007 e só não foi mais expressivo porque o município ampliou exponencialmente a oferta de especialidades médicas e de profissionais que atendem em Santa Adélia nos últimos três anos. Até novembro de 2011 a Secretaria da Saúde já contabilizava 26.436 pacientes transportados, 7,35% a mais e o ano ainda não acabou.
Para dar conta da demanda, o prefeito Marcelo Hercolin (DEM) adquiriu mais seis veículos, quatro são ambulâncias e dois são usados pela Vigilância Sanitária, que conta com veículos próprios pela primeira vez.
“Apesar da aquisição destes veículos, a demanda continua aumentando e não conseguimos atender todos os usuários a contento, e por esta razão, que estamos buscando meios para adquirir mais transporte para o próximo ano”, comenta o secretário Fabrício Franco.
O último veículo adquirido, no primeiro semestre deste ano, foi uma ambulância que tem ar condicionado, capacidade para transportar nove passageiros sentados e um acomodado em maca. “Buscamos oferecer conforto e comodidade aos pacientes que precisam percorrer longas distâncias, com a saúde debilitada. Já é difícil viajar quando estamos bem, imagine o que sente quem ainda está doente?”, aponta o prefeito.
Os 17 veículos que servem a Secretaria da Saúde andam muito. Ao todo percorreram mais de um milhão de quilômetros em 2010 e o serviço já superou a marca em 2011. “Até novembro de 2011 percorremos mais de 12 mil quilômetros a mais do que no ano passado”, informa Fabrício. Segundo o secretário, a tendência é o aumento gradativo. “Vamos nos preparar para atender sempre da melhor maneira possível todas as pessoas que buscam atendimento, seja aqui em Santa Adélia, através da rede municipal de Saúde, seja nos centros de referência, como São José do Rio Preto, Barretos, Catanduva, Ribeirão Preto, São Paulo, dentre outros, para onde precisamos enviar os pacientes que necessitam de atendimento que não podemos oferecer”, reforça o prefeito Marcelo Hercolin.
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