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Sercesa começa o ano de olho no Aedes aegypti PDF Imprimir E-mail
Seg, 27 de Janeiro de 2020 17:23

 

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Patrícia Cavalini

A Prefeitura de Santa Adélia e a Secretaria Municipal de Saúde, através do Sercesa (Serviço de Controle de Endemias) estão de prontidão para combater o mosquito Aedes aegypti. Não bastasse o perigo da dengue, doença transmitida pelo inseto, e seus quatro tipos de vírus, ainda existem a chikungunya e a zika.

Até o presente momento, Santa Adélia tem maior preocupação com a dengue. A cidade registrou até agora um caso importado (adquiriu a doença em outra cidade) e vários suspeitos que aguardam resultados de exames. Mas cidades da região, como Catanduva e São José do Rio Preto, já tem dezenas de casos confirmados.

A coordenadora do Sercesa, Fernanda Bolognini Franco, explica que todas as medidas necessárias para evitar que o mosquito prolifere estão sendo tomadas, mas cabe, mais uma vez, aos moradores darem sua importante parcela de contribuição. “Combater o mosquito Aedes é uma verdadeira batalha. Temos agentes visitando todos os bairros da cidade buscando e eliminando possíveis criadouros, mas muitas larvas estão sendo encontradas, por isso pedimos a colaboração de todos”, afirmou.

Fernanda também orienta sobre outras medidas que podem ser tomadas, entre elas o uso de repelentes, especialmente se a pessoa vai para outras cidades onde também há casos da doença. “É sempre melhor evitar locais onde sabidamente há casos de dengue, mas se isto for impossível, melhor reforçar a proteção usando repelente”, orientou Fernanda.

Outra importante orientação é para que o morador procure as unidades básicas de saúde a qualquer sintoma. “Febre, dores no corpo e no fundo dos olhos são sinais importantes. Melhor procurar logo ajuda especializada que saberá qual tipo de medicação adotar e também avaliar se pode ou não ser dengue”, indicou.

“Informamos ainda que desde o ano de 2019 não temos mais inseticida (veneno) para o controle do mosquito Aedes aegypti. O fornecimento é de responsabilidade do Ministério de Saúde, mas o órgão está trabalhando na produção de um novo inseticida que ainda está em fase de teste, não tendo data para liberação. Ressaltamos que o veneno mata somente os mosquitos adultos e não as larvas. Sendo assim a melhor maneira de combater a proliferação do mosquito ainda são os cuidados diários com a limpeza de suas casas e quintais”, finalizou a coordenadora.