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Sercesa realiza Semana de Mobilização Integrada para o Combate ao Aedes aegypti PDF Imprimir E-mail
Seg, 19 de Novembro de 2018 13:57

Patrícia Cavalini

Em mais uma ação para combater os criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, o Sercesa (Serviço de Controle de Endemias de Santa Adélia) estará realizando de 26 a 30 de novembro a Semana de Mobilização Integrada para o Combate ao Aedes aegypti.

“Os agentes do Sercesa e de Saúde estarão passando orientando sobre a eliminação dos criadouros do mosquito e entregando um comunicado que informa que a Prefeitura estará disponibilizando caçambas para a retirada de recipientes que podem servir como criadouros”, informou a coordenadora do Sercesa, Fernanda Bolognini Franco.

As caçambas ficarão disponíveis em quatro pontos da cidade: Praça do Campo (Jardim Paulista); Praça do Jardim Figlioli; Área verde da Cohab (em frente à caixa d’água); e na Praça ao lado da ESF Eloy Venâncio da Silva (Rua Tiradentes). Não serão recolhidos galhos e entulhos de construção.

“Pedimos que a população comece a limpar seus quintais e separar o que não serve mais para que seja depositado nessas caçambas nos dias 28 e 29 de novembro. É importante que todos façam a sua parte nesta campanha e colaborem”, pediu a coordenadora.

Dados nacionais apontam redução nas três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, entre janeiro a outubro de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017, porém, alguns estados apresentam aumento expressivo de casos de dengue, zika ou chikungunya. Por isso, é necessário intensificar agora as ações de eliminação do foco do mosquito para evitar surtos e epidemias das três doenças no verão.

Os meses de novembro a maio são considerados o período epidêmico para as doenças transmitidas pelo mosquito, porque o calor e as chuvas são condições ideais para sua a proliferação. “É o momento em que todos devem ter maior atenção e intensificar os esforços para não deixar a larva do mosquito nascer. No caso da população, além dos cuidados, como não deixar água parada nos vasos de plantas, é possível verificar melhor as residências, apoiando o trabalho dos agentes de endemias”, finalizou Fernanda.